"Long tale em vez de Pareto"; "Nicho é a nova massa"; "Pessoas são a nova mídia"; "Ninguém mais compra produtos ou serviços, mas as causas defendidas pelas marcas"; "Transparência total"; "Convergência"; "Integração"; "Redes sociais"...
Se você estuda ou trabalha com comunicação e nunca ouviu falar em nenhum desses assuntos, é melhor começar a se mexer. Porque isto não é o futuro da comunicação, é o presente!
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
"O YouTube Não. A Internet Matará a TV."
A afirmação é de Chad Hurley, co-fundador do YouTube e convidado especial do Digital Age 2.0, evento promovido pelo IDG em São Paulo. Segundo o executivo, com o desenvolvimento da TV digital e o surgimento da convergência total (IPTV - Internet Protocol TeleVision - no Celular), "o caminho é a personalização do que se quer assistir". Hurley ainda diz não conseguir enxergar pessoas sentadas em frente a um aparelho de televisão, esperando o início de um programa com hora marcada.
Realmente, com a distribuição digital e a mobilidade, o poder sai das mãos das grandes redes de distribuição de conteúdo e vai para as mãos do usuário. Se, até hoje, a grande maioria das pessoas ainda precisa de um lugar e um horário fixos para assistir a um determinado programa, isso, em breve, vai mudar. E eu, você, qualquer um, terá o poder de escolher o que ver, quando ver e em que lugar ver. Para a comunicação, isso significa uma aposta cada vez maior no atirador de elite em vez das balas de canhão. Em outras palavras, os departamentos de mídia terão que pensar em precisão sirúrgica para atingir a pessoa e não a massa.
Leia mais sobre a passagem de Chad Hurley por São Paulo aqui.
Realmente, com a distribuição digital e a mobilidade, o poder sai das mãos das grandes redes de distribuição de conteúdo e vai para as mãos do usuário. Se, até hoje, a grande maioria das pessoas ainda precisa de um lugar e um horário fixos para assistir a um determinado programa, isso, em breve, vai mudar. E eu, você, qualquer um, terá o poder de escolher o que ver, quando ver e em que lugar ver. Para a comunicação, isso significa uma aposta cada vez maior no atirador de elite em vez das balas de canhão. Em outras palavras, os departamentos de mídia terão que pensar em precisão sirúrgica para atingir a pessoa e não a massa.
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