A tática não é antiga, mas também não podemos dizer que é o que existe de mais moderno na comunicação. Funciona assim: você cria presonagens fictícios e dá vida a eles na internet, através de redes sociais, blogs e sites de reprodução de conteúdo; Convida formadores de opinião da rede para gerar buzz sobre o assunto; Depois que todo mundo, ou boa parte dele, acha que sabe do que se trata, vem a campanha e revela toda a verdade.
Inteligente, divertido e bastante adequado. Mas, o que acontece quando um famoso programa de TV cai nessa história e convida as tais personagens fictícias como atrações especiais? Sem dúvida, seria a prova de sucesso incontestável da ação. Mas e se este mesmo programa tivesse um contrato de exclusividade com uma marca concorrente daquela que planejou e executou a ação?
Pois foi isso que aconteceu no Brasil, durante as últimas semanas, envolvendo o programa Pânico na TV, a cervejaria Ambev e uma novíssima marca de cerveja, a Proibida. A CBBP, cervejaria nordestina, lançou mão da tática já mencionada acima para lançar seu mais novo produto, criando como personagens da ação, duas mulheres europeias, supostamente tchecas. Esta nacionalidade foi escolhida porque a cerveja é feita com uma receita originária da República Tcheca.
O problema é que a "brincadeira" deu tão certo que o Pânico acreditou (será?) e chamou as Tchecas uma participação especial no programa. Participação esta que não chegou ao fim porque a Folha de São Paulo descobriu toda a história, contada neste vídeo abaixo.
Agora veja, no final deste post, o primeiro vídeo da Cerveja Proibida, que já está circulando na internet e tire suas próprias conclusões. Foi confusão mesmo? Foi uma emboscada da CBBP, que poderia ter alertado a galera do Pânico e não fez? Foi falta de ética? Ou tudo isso não passa de um plano ainda maior do qual não temos conhecimento? É, só com um engradado de cerveja do lado para continuar essa discussão.
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terça-feira, 17 de maio de 2011
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
No Peru, a Brahma Desce Redondo
O tema é polêmico. Para lançar a Brahma no Peru, a AMBEV lançou mão do mesmo conceito que é usado aqui no Brasil pela Skol. A princípio, nenhum problema ético, já que se tratam de duas marcas de uma mesma empresa. Mas será que uma atitude como essa não fragiliza a argumentação que vem sendo usada há 12 anos pela cerveja que desce redondo entre os brasileiros? Se a Brahma tem as mesmas características da Skol, então, tanto faz, é isso?
Fonte > Brainstorm#9
Fonte > Brainstorm#9
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Brasil na Copa
Não foi só a seleção canarinho que carimbou seu passaporte para a Copa do Mundo da África do Sul. A Brahma se tornou a primeira empresa brasileira a se tornar patrocinadora oficial do evento da Fifa. A marca da Ambev estreou ontem comercial alusivo ao feito. No filme criado pela África, Luis Fabiano, o fabuloso, atual xodó da torcida verde e amarela, estrela a peça.
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