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terça-feira, 11 de maio de 2010

Lugar de Estrela é no Campo




Eu Não Quero Ganhar a Copa

Não me estranha a lista de jogadores convocados por Dunga hoje, dia 11 de maio, para a disputa da Copa da África do Sul. Na verdade, o susto aconteceu 3 anos e meio atrás, quando a CBF convidou o ex-volante e capitão da seleção do tetra para ser técnico do scratch canarinho.
Dunga nunca havia comandado nenhum time. Nem de várzea, que se tenha notícia. Nem combinado de casados contra solteiros. Não que se saiba. E já ia estrear na profissão, ocupando o cargo mais alto que se pode sonhar. Ser técnico da Seleção Brasileira de futebol equivale a ser presidente de uma multinacional. Mas não de qualquer multinacional, mas da maior de todas. A mais conhecida, a mais admirada, a mais cobiçada, invejada e querida de todo o planeta.
Mas não foi a inexperiência no cargo o que me espantou, e sim o nome, o perfil do profissional que, a partir daquele momento, iria gerir a maior paixão do brasileiro. Dunga nunca foi mais que um jogador esforçado. Desses que batalham, correm o campo todo, transpiram garra e nunca se dão por vencidos. Craque? Nunca, jamais. Ele foi o símbolo – título dado de forma injusta, concordo – da pior era do selecionado brasileiro. Aquele que disputou as copas de 90 na Itália e de 94 nos Estados Unidos, onde, mesmo campeões, ficamos longe de convencer a torcida.
Dunga é instrumento do futebol de resultados, aquele que tem cuidado excessivo com a defesa, pouca liberdade de criação, falta de espaço para o improviso, para a genialidade. Em outras palavras, Dunga, assim com Parreira, Lazzarone e alguns outros, estão muito longe de representar o espírito do futebol brasileiro. Dunga não gosta de craque. Nunca gostou. Na época de jogador, sofria com eles. E os marcava de perto. Não os deixavam respirar. Odiava os dribles, os cortes, os lançamentos geniais, as tabelas perfeitas.
Dunga não entende como os brasileiros colocam a seleção derrotada da Copa de 82 acima do time em que ele jogou e que foi campeão em 94. Dunga não entende os brasileiros. Ele não sabe que, para nós, futebol é muito mais que um esporte. Ele não tem ideia de que os mais de 100 anos de esporte bretão disputados em terras brasileiras forjaram um jeito, uma alma, um espírito próprio e único. Ele nem desconfia que nós preferimos a bola ao troféu, o encanto ao título, o drible ao gol. Dunga não sabe de nada. E convocou uma seleção coerente com a sua ignorância.
Não se discute a coerência como método de trabalho. O que se lamenta é quando ela, a coerência, engessa uma estrutura. Dunga virou refém da sua própria convicção: a de que, para se fazer um time vencedor, é preciso ter coerência. E, em nome disso, não se deu a oportunidade de abrir os olhos e perceber o óbvio. E o óbvio é que uma seleção como a do Brasil, tem um compromisso com torcedores de todo o mundo, principalmente com os brasileiros. E é exatamente por isso que não pode desembarcar no evento mais importante do planeta bola com jogadores como Gilberto Silva, Josué, Ramires e Grafite. Principalmente se for para deixar de fora, craques como Ronaldinho Gaúcho, Ganso e Neymar.
O Brasil não pode. Ou não poderia. Mas Dunga pode. Afinal, não se pode esperar muito de um sujeito como ele. Por isso, durante a Copa, vou preferir acompanhar as seleções que resolveram jogar à brasileira, como as africanas (com exceção da África do Sul de Parreira), a espanhola, a holandesa e a inglesa. E se o Brasil de Dunga ganhar a competição, não vou fazer festa nem carnaval. Prefiro ver estrelas no campo do que bordadas numa camisa amarela.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Chinelinho na Copa, Só Havaianas

As Havaianas estão lançando uma coleção especial para a Copa do Mundo. Filme criado pela AlmapBBDO estreia amanhã e mostra a variedade de modelos que estão chegando às lojas. Vale a pena conferir.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

A Comemoração Perfeita!

No mais novo filme fantástico da Coca-Cola para a Copa do Mundo, um menino africano faz um gol e vai buscar a comemoração perfeita. A criação é da americana Paranoid. Vale a pena ver.

Coke Quest from Paranoid US on Vimeo.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Skol na Copa

Tirar sarro com argentino é sempre bom. Se o assunto for futebol, melhor ainda. Em ano de Copa, então, nem se fala. A Skol, cerveja das campanhas mais redondas do país, acaba de lavar a alma de milhões de brasileiros com o seu novo filme. Com criação de Fábio Fernandes, VP de Criação da F/Nazca Saatchi&Saatchi, a peça estreia o conceito "qualquer torcida fica redonda" que vai acompanhar a marca até a Copa do Mundo.

terça-feira, 23 de março de 2010

Gol Com Gol se Paga

Não tem jeito, em ano de Copa do Mundo, o assunto é futebol. E a Volkswagen, patrocinadora oficial da Seleção Brasileira, estreia, essa semana, a prmieira peça de ativação da marca junto ao escrete canarinho. O filme, criado pela Almap BBDO, apela para o humor e a emoção, reforçando a simpatia do brasileiro pelos dribles, gols e o Gol.



Fonte > Meio & Mensagem

sexta-feira, 5 de março de 2010

Coca-Cola x Pepsi - O Primeiro Clássico da Copa

A Coca-Cola é a marca de refrigerantes mais vendida do mundo, a Pepsi não. A Coca-Cola é patrocinadora oficial da Copa do Mundo Fifa, a Pepsi não. Para associar a marca ao evento que acontece entre julho e agosto deste ano, na África do Sul, a Coca-Cola fez um filme de um minuto com a banda Skank e o camaronense, ex-jogador de futebol, Roger Milla, em que apela para a emoção, a Pepsi não. A segunda marca mais vendida de refrigerante sabor cola do mundo convocou o brasileiro Kaká, o argentino Messi, o marfinense Drogba, o inglês Lampard, o francês Henry e o russo Arshavin para estrelarem um filme de dois minutos e meio que, não só apela para a emoção, como tem ideia. Na minha opinião, no primeiro clássico da Copa, a Pepsi fez 1x0. Mas a Coca-Cola vai reagir. É esperar pra ver.
Veja os dois filmes abaixo e dê a sua opinião. Quem saiu na frente no primeiro grande clássico da Copa 2010?

Filme da Coca-Cola



Filme da Pepsi

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Visando a Copa

Você está em casa, assistindo a um jogo de futebol. Seu time ou seleção faz um gol. Você corre, corre, corre... E vai parar onde? Assista o filme abaixo, o primeiro da primeira campanha da Visa para a Copa da África do Sul. A criação é da Saatchi & Saatchi de Londres e a super produção é da Gorgeous.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Africa Cria Para a Copa da África

A agência Africa acertou. O novo filme da Brahama tem todos os ingredientes que um comercial de TV tem que ter para emocionar quem gosta de cerveja e futebol. Tomara que nossos jogadores e comissão técnica assistam muito.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Brasil x Argentina - Um Jogo Fabuloso

O maior clássico do futebol mundial serviu para 3 coisas. Garantir nossa seleção na Copa de 2010, manter essa gostosa freguesia dos hermanos e mostrar pra todo mundo que a camisa 9 amarela já tem dono para o próximo mundial: é Luis Fabiano. E é em homenagem a ele o vídeo da Nike.