17 anos depois, o Brasil volta a faturar um Gran Prix na categoria Press do maior festival da publicidade mundial. E o feito coube a Marcello Serpa, vencedor do último prêmio brasileiro em 1993. Vejam as duas peças abaixo. Primeiro a de 1993, criada com Nizan Guanaes, na DM9DDB, para o Guaraná Antártica Diet. Depois a desse ano, feita na AlmapBBDO, com André Kassu, Marcos Medeiros e Danilo Boer, para a Bilboard Brasil.
Ainda na esteira de publicidade e futebol, não poderia deixar de lembrar do filme do Guaraná Antártica de 2006 que realizou o sonho de muita gente. Nele, o segundo maior jogador de futebol que eu vi jogar (o primeiro foi Zico), Diego Armando Maradona, aparece com a camisa da seleção brasileira cantando o Hino Nacional. Não dá pra esquecer, né?
Publicidade e Futebol: dois assuntos que o brasileiro entende. Entende e gosta. Gosta não, é apaixonado. Por isso, misturar os dois, quase sempre dá em coisa boa. O ano era 1998. Depois de muitos anos patrocinando a seleção canarinho, a Coca-Cola cede lugar para o brasileiríssimo Guaraná Antártica. Sem poder usar jogadores, uniformes ou o escudo da CBF, a Coca-Cola produziu um clipão dizendo que torcia pelos brasileros na Copa da França. A turma do guaraná não perdoou e criou uma peça comparativa que gerou a maior polêmica e, claro, foi retirado do ar rapidinho. Em véspera de jogão pelas eliminatórias, vale a pena ver de novo.
Repararam como a parte que mostra a camisa da Argentina é mais demorada? Foi pro brasileiro ficar com raiva da Coca-Cola.